Eu fico imaginando como cada pai e mãe lida com a quebra das aspirações que m sobre seus filhos e os planos que tem para eles. Então você se vê num impasse, tenho um filho com atipicidade. Acredito que vem a mente mil e uma possibilidade e entre essas a preocupação sobre o futuro e a adaptação nos ambientes.

Quando falo de atipicidade tenho um leque de possibilidades de intervenção a depender do caso seja TDAH, Espectro Autista, Dislexia e antas outras coisas. A intervenção será personalizada e exclusiva. Assim, o primeiro passo seria conhecer mais o básico do transtorno e, após isso buscar um plano terapeutizante.

Diante disso, vamos elencar alguns aspectos que poderia amenizar as angústias iniciais.

  1. Conheça e acabe com os mitos.

  2. Busque entender formas que gerem adequações sociais a começar em casa

  3. Busque terapia

  4. Busque construir repertórios sociais para a criança aprender a lidar com os contextos

  5. Trabalhe a escuta ativa para virar a chave daquilo que achava correto diante de um mundo típico.

  6. E, se possível, participe de grupos de pessoas que enfrentam as mesmas dores, para que consiga trocar experiências. Diante do falado, o que vale lembrar é que o diagnostico não é limitante, é talvez entender que não temos uma receita pronta para vida e muito menos para criar filhos. Mas que existe a possibilidade de reinventar nossas expectativas e formas de atuar no mundo. Entendendo assim, que nossos filhos são capazes para enfrentar o mundo com nosso apoio, partir da capacidade dele e o quanto ele pode se desenvolver. Portanto, entender e incluir seriam as palavras que precisamos entender para desenvolver a nós e aqueles que estão sob nossa responsabilidade. Assim, respire, pense e atue de forma intencional em prol do desenvolvimento. Jessica Amanda Morais Rodrigues (CRP/06 1701)

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